A ponte e a Praça da Ribeira, revisitada, já com a marca do Outono. Lá no alto, uma afirmação de poder perdido no tempo: o imponente Palácio Episcopal.
Nelson Mateus, o cubo é, quanto a mim, uma intervenção infeliz na Praça da Ribeira. Como sempre acontece a cidade integrou-o, absorveu-o de tal maneira que o local passou a ser conhecido por «praça do cubo». Eu continuo a achá-lo deslocado, desenquadrado no tempo e no espaço, com a desvantagem de ocultar uma bela fonte, que está meio abandonada, na fachada de um edifício no lado norte da praça.
:-)Tb tens recebido comentários daqueles com publicidade? Anda aí uma praga...e porque é q agora p deixar comentário aqui tenho de escrever as letras q aparecem?:-)
Este post veio mesmo a calhar... ainda no Sábado ao anoitecer estive do café do cais e pude ver e comentar esta ambiente que aqui tão bem foi recreado. É um dos meus locais favoritos para ver o "cair da noite". Um abraço!
Há quem tire fotografias, há quem seja perfeito técnicamente, há os felizes que de vez em quando tiram uma, e depois há... o Carlos Romão, surpreendente...
Sempre!
E que me faz ver como o meu Porto é bonito com todos esses castanhos e cinzentos dignos de estarem expostos nos centros de divulgação da cidade, mas que andam por aqui escondidos...
estiveste no hotel, então...
ResponderEliminarlindo lindo lindo!!! Estas fotos merecem a beleza da cidade.
ResponderEliminarUma lisboeta que ama o Porto.
aaaaah ribeira! muito boas recordações tenho eu desse lugar.
ResponderEliminarps: alguém sabe dizer kual é a história dakele cubo k estava na praça da ribeira? ainda lá esta?
A 1a foto é uma verdadeira obra de arte...Incrível e surpreendente!!!
ResponderEliminarAbraço tripeiro da Zona Franca
Nelson Mateus,
ResponderEliminaro cubo é, quanto a mim, uma intervenção infeliz na Praça da Ribeira. Como sempre acontece a cidade integrou-o, absorveu-o de tal maneira que o local passou a ser conhecido por «praça do cubo». Eu continuo a achá-lo deslocado, desenquadrado no tempo e no espaço, com a desvantagem de ocultar uma bela fonte, que está meio abandonada, na fachada de um edifício no lado norte da praça.
Que saudades de ir a Ribeira à noite! Esse lugar é mágico!
ResponderEliminarMata-me de saudades com estas fantásticas fotos do Porto!!!!!
ResponderEliminarFiquei com saudades do Porto
ResponderEliminarmagnifico sim senhor...
ResponderEliminaristo vindo de uma alfacinha de gema tem o seu valor!
beijos. com estas cores.:)
ResponderEliminar:-)Tb tens recebido comentários daqueles com publicidade? Anda aí uma praga...e porque é q agora p deixar comentário aqui tenho de escrever as letras q aparecem?:-)
ResponderEliminarJ. no Labirinto ;)
ResponderEliminaractivei o código de letras para evitar a praga de comentários com publicidade. Podes fazer o mesmo no ALMA :)
não é possível não voltar. aqui. bjo.
ResponderEliminarjá tive o privilégio e a necessidade de ficar no Carlton, aí ao lado, creio. Apetece voltar. Excelentes fotografias, como sempre!
ResponderEliminarO Porto á noite... no auge da sua magia :)
ResponderEliminarEste post veio mesmo a calhar... ainda no Sábado ao anoitecer estive do café do cais e pude ver e comentar esta ambiente que aqui tão bem foi recreado. É um dos meus locais favoritos para ver o "cair da noite".
ResponderEliminarUm abraço!
...porque raio!?!?!
ResponderEliminar...retiraste as outras imagens??
ando atento. não me enganas.
ando mas é parvo.
ResponderEliminardesculpa. O browser confundiu-me.
estes ecrãns não valem um estouro.
Há quem tire fotografias, há quem seja perfeito técnicamente, há os felizes que de vez em quando tiram uma, e depois há... o Carlos Romão, surpreendente...
ResponderEliminarSempre!
E que me faz ver como o meu Porto é bonito com todos esses castanhos e cinzentos dignos de estarem expostos nos centros de divulgação da cidade, mas que andam por aqui escondidos...
Parabéns pelas fotos lindas e pelo blogue!
ResponderEliminarAdoro vir até aqui dar um passeio pela minha cidade favorita!
As saudades que eu tenho dessa cidade vadia
ResponderEliminarOnde escrevia poesia
E onde sempre corria
Num "sem tempo"
sem tento
E... sem magia!
Antropofagia
De solidão gritante
Fez de mim emigrante.
Quem sabe... um dia
Não voltarei à cidade surpreendente?
Um beijo
Maria