30 de dezembro de 2007

Reconheça-se



Goste-se ou não dos equipamentos efémeros implantados em algumas praças do centro da cidade – e eu acho-os de gosto duvidoso, para ser benévolo – reconheça-se que funcionaram bem, como pólos de atracção de gente à baixa. Gente de que o centro do Porto está tão necessitado. Na imagem: um instantâneo captado Sábado nas imediações da tal árvore de Natal mais alta da Europa.

5 de dezembro de 2007

Valeu a pena


A noite estava marcada pelo frio, pela neblina e pela fraca mobilização popular. Mesmo assim fez-se a festa, promovida por um grupo de cidadãos, sem apoios oficiais.
Os sinos tocaram a rebate, como há onze anos atrás, quando a UNESCO classificou o centro histórico da cidade como Património Mundial.


Houve música e um silêncio negro, trazido por Pedro Burmester que interpretou 4’33’’ de John Cage.


O Porto comemorou, tristonho, o 4 de Dezembro, o que não acontecia há seis anos. Só por isso, pelo quebrar da indiferença sobre tão importante momento da história recente da cidade: valeu a pena!