27 setembro 2013

Candidatos à CMP

José Carlos Santos

Teve o primeiro contacto com o MRPP aos 16 anos, mas nunca se filiou. Foi convidado a encabeçar a candidatura do PCTP-MRPP por email, em Março, e decidiu aceitar o desafio porque as pessoas têm de ser alertadas para o facto de Portugal ser «um país ocupado por uma potência estrangeira».

José Carlos Santos quer mais poder para o Porto e acredita que isso só será possível com a união da cidade aos municípios à volta, criando um supra-município. Isso será «a chave» para quase todos os problemas do Porto.

Em entrevista ao P24, o candidato falou da urgência da reabilitação urbana, de emprego e da lei de limitação de mandatos, que acredita não fazer sentido. «Os mandatos deviam poder ser revogados a qualquer momento, através da Assembleia Municipal ou através de um referendo popular», defende
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Candidatos à CMP

Luís Filipe Menezes

O candidato do PSD à Câmara do Porto entende que a gestão do Aeroporto Francisco Sá Carneiro será «mais eficaz» incluída «numa rede global de aeroportos», ou seja, defende «o modelo pelo qual o Governo optou».

Entre as suas prioridades, está a recuperação do Bolhão, a construção de um centro de congressos no Palácio de Cristal e a reabilitação urbana, que, na sua opinião, só será possível com uma «justa comparticipação de fundos comunitários». Temos de tornar o Porto um vício», diz Menezes sobre a visão que tem para o turismo.

O social-democrata, que sublinha não ser «só o candidato do PSD», admite apelar à maioria absoluta «se sentir, num determinado momento», que está «muito perto desse desígnio».

Candidatos à CMP

José Soeiro

O cabeça-de-lista da candidatura «E se virássemos o Porto ao contrário? à Câmara do Porto antevê fortes possibilidades de «a direita vencer na cidade* e apela à mobilização da esquerda, sublinhando que a sua eleição agora pode fazer a diferença nos próximos 4 anos.

«Estamos à porta da eleição de um vereador». José Soeiro está confiante na eleição do primeiro vereador do Bloco de Esquerda no Porto, mas faz questão de dizer que a candidatura que encabeça parte «do património que João Teixeira Lopes [cabeça-de-lista do BE à Câmara nos últimos ciclos autárquicos] construiu».

Candidatos à CMP

Pedro Carvalho

O pelouro que a CDU teve no primeiro mandato de Rui Rio não é uma mancha no currículo do partido, defende o candidato comunista à Câmara do Porto, Pedro Carvalho, que admite aceitar um pelouro ou fazer convergências com qualquer força política que chegue ao poder no dia 29, desde que isso legitime o projecto que a CDU tem para cidade. «Seremos a mais forte oposição às políticas de direita”, promete Pedro Carvalho, que sucede a Rui Sá como cabeça-de-lista dos comunistas e garante que o tipo de trabalho feito pelo ex-vereador terá continuidade: “Não aparecemos só quando há eleições, temos um trabalho de proximidade com a população».

17 setembro 2013

Candidatos à CMP

Rui Moreira

Instado a pronunciar-se sobre o seu pensamento ideológico, perante o apoio do CDS à sua candidatura, Rui Moreira define-se como claramente de esquerda, do ponto de vista das preocupações sociais, enquanto no que toca as funções do Estado será provavelmente uma pessoa de direita. Seja lá o que isto quer dizer, Rui Moreira capitaliza a defesa pública dos interesses da cidade e da região ao longo dos últimos anos, quando outras vozes, que tinham a obrigação de o fazer, como a do seu apoiante Rui Rio, acordaram tardiamente para esta questão. «Se tivéssemos no Porto o envelope financeiro do Estado que permitiu fazer a Expo ou que agora vai permitir transferir os contentores de Lisboa para a Trafaria para libertar a frente urbana ribeirinha de Lisboa, teríamos metade dos problemas de reabilitação urbana resolvidos», afirma.

Se for eleito, terá como prioridades a criação de um fundo de emergência e solidariedade social, a reestruturação dos serviços camarários e a reabilitação urbana. A ler no Porto24.

Candidatos à CMP

Nuno Cardoso

Nuno Cardoso, candidato independente e ex-presidente da Câmara do Porto diz estar na corrida eleitoral por ter sido instado pelos portuenses a fazê-lo. Perante a questão incómoda de concorrer para dividir os votos do Partido Socialista, o que beneficiaria Luís Filipe Menezes, Nuno Cardoso responde que os votos não são dos partidos, que está num projecto sério para renovar a democracia e servir o Porto. Sustenta que poderia ser o candidato de um partido mas que isso não o motivaria; que foi sondado pelo PS mas que nunca aceitaria integrar a lista de Manuel Pizarro porque só admite ser liderado por alguém superior a ele.

Nuno Cardoso responde ainda a três perguntas em que Rui Veloso o interroga sobre as hipóteses que terá de vencer as eleições, que avaliação faz sobre «o califado de Rio» e que propostas fracturantes tem para a cidade. A ler no Porto24.