19 novembro 2008

Cores e texturas do Outono #2

Na Praça da Corujeira





«Corujeira não virá de coruja, mas de cruzeiro, numa traição à língua pelo idioma enganador do portuense, que troca consoantes e inventa vogais, na mais terna recriação linguística de que há memória: a pronúncia do Porto.»

6 comentários:

  1. Imagens que nos dá o outono e o Porto. Os tons da nossa terra são diferentes, tem outros matizes. Será a tua arte? Também o é!
    Sempre digo que nenhum outono se pode comparar ao que contemplamos no Porto.
    Gostei da aclaração que fazes: uma prova mais para potenciar aquilo que digo do Porto.
    Reconhecido.

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  2. Boas! Nem imaginas como fiquei feliz com o teu regresso à actividade!
    Fez Domingo 8 dias passei pelo jardim da Corujeira fruto de um erro de percurso num passeio de bicicleta (Antas, Ribeira, Castelo do Queijo e regresso pelo mesmo caminho) e fiquei cativado com esta imagem...

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  3. Ui, lindo... Onde é este jardim que não conheço?

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  4. As tuas cores estão lá, como de costume, alimentando sofregamente a ilusão de uma cidade que se vem perdendo no enredo das suas contas.

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  5. Anónimo20.11.08

    Do que mais gosto no Outono, é do tapete de folhas secas e do som quando as piso.
    C.C.

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  6. Anónimo20.11.08

    Que saudades das mágicas cores e luzes do Porto!...
    Tenho de aí voltar ainda este Outono!

    Abraço
    Luciana

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