18 dezembro 2010

Ponte da Arrábida candidata a monumento nacional



Um projecto para a construção de um edifício de grandes dimensões na envolvente da Ponte da Arrábida, está na origem da decisão da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto apoiar a candidatura da ponte a monumento nacional. A intenção é proteger aquela elegante estrutura, que irá completar 50 anos em 2013, do impacto visual do prédio projectado.

Veja aqui a manifestação de apoio da FEUP e aqui um abaixo-assinado com as razões invocadas para a classificação.

4 comentários:

  1. Olá Carlos, um abraço antes de mais.
    Vi ontem, creio na RTP memória um programa de José Hermano Saraiva sobre o engenheiro que também a construiu, Edgar Cardoso, muito interessante.
    Continua a ser a ponte com um arco maior do mundo, ou antes quase, só ultrapassada por um metro por uma construida por um japonês.
    Ele fez tb um projecto para a ponte Salazar, hoje 25 de Abril, que não foi aceite, em vez disso compramos um projecto à América...coisas

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  2. Duas obras de arte; a ponte e a fotografia.
    Um abraço de Boas Festas

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  3. Anónimo21.12.10

    Amigo,

    Sou do tempo da sua inauguração!
    Não vejo qualquer beleza nessa ponte, tirando o detalhe do tamanho do arco!
    Mas não me oponho :)))

    Feliz Natal

    Feliz Natal

    Chegou o Natal

    Chegou Natal
    Sem estrondos,
    Sem alaridos
    Nem algazarra …
    Simplesmente chegou.
    Com alguma timidez,
    Envolto no acanhamento de um tempo
    Que se faz ligeiro,
    Embrulhado em mantos
    Tecidos de muitas e cores.
    Mas o Natal chegou.
    Sem a intimidade de ontem,
    Mas com a alegria das festas
    E manifestações de “causas e coisas”
    Lembrando a época, um tempo
    O teu regaço.
    Mas o Natal chegou,
    Sem a solidariedade sábia de ontem,
    Mas com a profusão de vontades
    Voluntariosas
    Briosas
    E tão caprichosas…
    Mas o Natal chegou
    Com os sabores da tradição
    Em mesa posta,
    Toalha branca, alvura
    Rabanadas, bolos de menina
    Coisa fina.
    Sonhos doces, formigos e mexidos
    Em forno lento
    E ao relento das vontades
    Alicerçadas no tempero da solidariedade.
    Bacalhau, batata, couve da horta
    Agitação garrida,
    Mimosamente tecida…
    Desejada em cada porta.
    Bolo-rei, filhós, vinho quente
    Amor presente
    Em cada rosto,
    No mimo posto
    Na tua chegada.

    Mas o Natal chegou!

    Natal de 2010
    Maria José Areal

    Beijinhos
    .

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