20 maio 2015

O arquitecto do Café Majestic

5 comentários:

  1. E que obra!
    Um orgulho para a nossa terra.
    Abraços

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  2. Café Majestic

    Fiquei muito contente
    Ler em Cidade Surpreendente
    De meu caro Carlos Romão
    Lá de Porto, um cidadão.

    Esta bela e grande proposta.
    De Alexandre Alves Costa
    Que diz sem rodeios
    Com certeza e sem devaneios

    "Posso fazer em manuelino".
    "Ou em romano-bizantino",
    "E também em moderno",
    Anote em seu caderno.

    "Fazer em estilo português",
    "A vontade do freguês".
    "É como você irá mais bem servido".
    Em projeto por mim desenvolvido.

    Agradarei a todos vós
    Como meu tio-avô João Queiroz
    Que o Café Magestic arquitetou
    Em Porto há 100 anos inaugurou.


    Fiquei tão interessado em conhecê-lo que resolvi visitar esse afamado ponto de Porto e realmente fiquei surpreso com a beleza desse Café, verdadeira obra de arte, com sua belíssima fachada e seu requintado interior, com finíssimos detalhes em todo o espaço de seu majestoso salão, com suas colunas negras de capiteis dourados, assim como o rico mobiliário e seus grandes espelhos, que dão profundidade, refletindo a luz de seus lustres tão finamente adornados.

    Aqui do extremo sul do Brasil, nos prenúncios já frios do inverno que célere se aproxima, um grande abraço ao amigo Carlos e ao povo português.
    Prof. Pedro

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  3. Cidade do Porto... Não gostamos de falar Nela mas sempre aturamos a.. é assim a Cidade do Porto e quem vive Nela.. e aqui vai um Poema}}da coletanea Cidade sem Nome..?eu chamo a de Cidade sem Nome; porque muitas cidades têm um porto; mas esta é a cidade mais poética do mundo; é simplesmente a Cidade.. do Porto"

    Cidade névoa, sem estrias
    fogo ardente de novo nasce o dia...
    da ponte cálcito andar no comboio
    ou de carro, pelas ruelas descias...
    partias de mágoa de nunca voltar
    mas voltas sempre, porque a saudade
    de voltar é mais forte nascente
    e brota de uma agua, a sede
    aquea te faz assim agarrar...
    é assim a Cidade névoa, sem estrias
    que um dia
    ainda te rias
    uma dia ainda dela choravas
    e que um dia a ela voltavas
    porque dizias e ouvias
    porto, porto, porto
    assa assim do cheiro as sardinhas
    eça...o cheiro do bulhão
    e andar nas ruas
    e festas de são João
    do cheiro do mangerico
    ao vinho e ao que comias...
    é assim a Cidade névoa, sem estrias
    que uma dia ainda te rias
    um dia dela choravas
    mas a ela sempre voltavas

    Carlos Ac Liberal

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  4. Cara Carlos Romão.
    Lendo em teu blogue o poema publicado pelo caríssimo Carlos Ac Liberal, sobre essa bela cidade do Porto, lembrando que a Capital do Estado do Rio Grande do Sul chama-se Porto Alegre, confesso que talvez Porto seja a cidade portuguesa mais conhecida dos Gaúchos, mais talvez do que Lisboa, pois para cá muitos portugueses do Porto vieram para engrandecer o nosso estado, como um velho tronco de minha família, bisavô de meu pai. Porto para muitos de nós tem muitos significados, não apenas ser a cidade dos maravilhosos vinhos, mas por se a tão afamada cidade que cada um guarda um pedacinho em suas lembranças.
    Já no meu Rio Grande do Sul, a cidade mais gaúcha e conhecida pelo povo de minha terra é o ALEGRETE. Esta semana, mais precisamente no dia 24, faleceu em Porto Alegre uma das maiores autoridades do folclore do Rio Grande do Sul, um Gaúcho como poucos, que além de seus títulos ainda era um compositor fenomenal, que nos deixou entre outras belas composições esta que fala sobre ALEGRETE a sua cidade natal. É a música mais cantada e conhecida do povo Gaúcho, diria ser o segundo Hino do Rio Grande do Sul, pois faz com que o moral do povo Gaúcho redobre ao ouvi-la:


    Não me perguntes onde fica o Alegrete
    Segue o rumo do teu próprio coração
    Cruzarás pela estrada algum ginete
    E ouvirás toque de gaita e violão
    Prá quem chega de Rosário ao fim da tarde
    Ou quem vem de Uruguaiana de manhã
    Tem o Sol como uma brasa que ainda arde
    Mergulhado no Rio Ibirapuitã
    Ouve o canto gauchesco e brasileiro
    Desta terra que eu amei desde guri
    Flor de tuna, camoatim de mel campeiro
    Pedra moura das quebradas do Nhanduy
    E na hora derradeira que eu mereça
    Ver o sol alegretense entardecer
    Como os potros vou virar minha cabeça
    Para os pagos no momento de morrer
    E nos olhos vou levar o encantamento
    Desta terra que eu amei com devoção
    Cada verso que eu componho é um pagamento
    De uma dívida de amor e gratidão


    Prof. Pedro AC Teixeira

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  5. Olá Carlos Romão.
    Por uma falha minha, talvez levado pela emoção tenha esquecido de por o nome do compositor desta maravilhosa música chamada Canto Alegretense, seu nome é Nico Fagundes (Antônio Augusto da Silva Fagundes (4/11/34 - 24/06/15).
    Perdoem-me pela falha indesculpável.
    Um grande e fraterno abraço.
    Prof Pedro AC Teixeira.

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