12 de novembro de 2012

Quem se lembra do «Vai no Batalha»?

Quem viu, de certeza que não esqueceu. Foi um êxito do Teatro de Marionetas do Porto que esteve meses seguidos em cena durante 1993, com lotações esgotadas, no teatrinho de Belomonte. Reuniu autores do melhor que tínhamos, e temos, numa revista à portuguesa fantástica e hilariante que trouxe à cena a alma popular portuense, caracterizada por uma linguagem - classificada por um crítico como vicentina - que não é novidade nenhuma para quem vive ou trabalha no Porto.
Vejam aqui um dos personagens incontornáveis desta comédia, o Fredo Brilhantinas, arrumador de «biaturas ligeiras», inspirado num personagem real do Largo de S. João Novo, que um dia caiu ao rio com o carro de um magistrado que lhe tinha confiado a chave da viatura para estacionar.

6 comentários:

Anónimo disse...

Quem são os autores?

João Menéres disse...

Nunca lá fui...

Carlos Dourado disse...

Estou enganado, ou a expressão é muito muito anterior a essa peça de teatro?

Jose Ramon Santana Vazquez disse...

...traigo
ecos
de
la
tarde
callada
en
la
mano
y
una
vela
de
mi
corazón
para
invitarte
y
darte
este
alma
que
viene
para
compartir
contigo
tu
bello
blog
con
un
ramillete
de
oro
y
claveles
dentro...


desde mis
HORAS ROTAS
Y AULA DE PAZ


COMPARTIENDO ILUSION
CARLOS ROMAO

CON saludos de la luna al
reflejarse en el mar de la
poesía...




ESPERO SEAN DE VUESTRO AGRADO EL POST POETIZADO DE LABERINTO ROJO LEYENDAS DE PASIÓN, BAILANDO CON LOBOS, THE ARTIST, TITANIC SIÉNTEME DE CRIADAS Y SEÑORAS, FLOR DE PASCUA …

José
Ramón...

Carlos Romao disse...

Carlos Dourado,
a expressão é popular, anterior à peça de teatro.

Carlos Romao disse...

Jose Ramon Santana Vazquez,
obrigado pelo poema.