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6 de novembro de 2005

Tableaux vivants em Serralves





Os tableaux vivants consistiam na recriação de pinturas, ou de quadros do imaginário colectivo, com personagens que se mantinham imóveis e calados. Perdida a importância que tiveram como meio popular de diversão, antes do advento da rádio, do cinema e da televisão, os tableaux vivants continuam presentes em algumas encenações de carácter religioso, nos homens-estátua que a cada passo encontramos nas ruas das nossas cidades e - porque não? - no cinema de Peter Greenaway.
A exposição patente em Serralves traz, no entanto, outra abordagem contemporânea.
Nos trabalhos ali expostos fazem-se interagir técnicas como a pintura e o vídeo ou a escultura e o vídeo, explorando os conceitos espaço/tempo e mobilidade/imobilidade.
Entre outras, há duas obras muito interessantes de Rui Toscano realizadas para ecrã plasma, em que «o movimento real é quase imperceptível no contexto de uma imagem fixa». Representam o Rio de Janeiro e São Paulo «surgindo entre a reminiscência do postal turístico e a objectividade inexpressionista de um registo fotográfico». A não perder.

6 de junho de 2005

2 de 40 Horas Non-stop em Serralves



A assistência ao espectáculo do malabarista Vicent de la Lavenère,



o enquadramento de uma das oficinas para crianças...



... e a provocação: o Karaoke Bouquet. Um tentador estúdio improvisado...



... e o subsequente momento de fama, para os mais ousados, no interior do museu.

8 de abril de 2005

Em Serralves

no Museu de Arte Contemporânea





« (...) São objectivos primordiais do Museu a construção de uma colecção de arte contemporânea representativa da obra de artistas portugueses e estrangeiros e a apresentação de um programa de exposições temporárias, colectivas e individuais, que estabeleçam um diálogo entre os contextos artísticos nacional e internacional.

Uma das vertentes principais da sua missão é a organização de programas pedagógicos que suscitem uma relação com a comunidade local e ampliem os seus públicos interessados na arte contemporânea, assim como o aprofundamento da relação entre a arte e a natureza que as condições naturais dos espaços de Serralves tão bem propiciam.»

(extraído do Projecto Museológico)

4 de março de 2005

A Oficina que Virou Museu



Há quase dois anos a CP abriu ao público um espaço museológico em Lousado, Famalicão, que permanece pouco divulgado.
Ali se conta, de uma forma muito interessante, a história do caminho-de-ferro de via estreita à volta do Porto.
O museu está instalado nas antigas oficinas do Caminho-de-Ferro de Guimarães (1883-1927), que constituem hoje um ícone a considerar no âmbito da arqueologia industrial portuguesa.



O acervo ali exposto inclui quatro locomotivas a vapor, que encabeçam outros tantos comboios formados por tipologia, representando oito companhias ferroviárias.
Está lá também a mais antiga locomotiva de via estreita em Portugal, construída em Inglaterra em 1874, que convive com a carruagem posto-médico, onde se homenageia Egas Moniz, médico ferroviário, galardoado com o Nobel da Medicina em 1949.



Se a história do país nos últimos 150 anos não se escreve sem a presença do
caminho-de-ferro, o museu da CP, mesmo junto à estação de Lousado, é um espaço a não perder.