3 de janeiro de 2013

Igreja de Santa Clara

A exuberância da encenação barroca (séc. XVIII) sobre uma estrutura gótica (séc. XV).

11 comentários:

João Menéres disse...

Óptimo trabalho, considerando que é terrível de fotografar !

Bom 2013.

Um abraço.

Carlos Romao disse...

Tive uma ajuda dos deuses, João Menéres, a luz exterior estava favorável.
Um abraço

João Menéres disse...

Não havia sol, pois não ?

Duarte disse...

Totalmente de acordo com o aqui exposto. O escuro do local, os dourados de tanta talha e aquelas senhoras com a musiquinha... não fotos.
Fiz fotos com 3200 ASA, algumas saíram bastante boas, mas tive que abandonar o local pois aquela senhora não deixava de murmurar... está a fazer demasiadas fotos...
Uma igreja de grande beleza arquitectónica e artística, metida num buraco, que poucos conhecem... uma pena!
Um grande abraço, e, felicitações...

Ricardo Porto disse...

Faltou a parte mais S&M da parte de trás da igreja, aquelas grades todas, hum...

E sim, há lá uma senhora meia taliban com as fotos... hum, tenho de ir lá tirar-lhe uma, LOL

grouchomarx

Carlos Romao disse...

O céu estava nublado, o ideal para este tipo de fotografia.

Quanto à senhora, que percorre o espaço da igreja a olhar para o chão, apenas me disse que não podia usar flash, o que é compreensível.

Alípio disse...

Já lá estive mais do que uma vez e não reparei na decoração do tecto. Tenho de voltar lá.

pbl disse...

Eu cá por mim, com os talibans das fotos, tenho um remédio santo e que se resume a proclamar, com cara de poucos amigos e em tom não excessivamente alto mas suficiente para ser ouvido a uma dúzia de metros: tenho direito a tirar fotografias, se acha que não, faz favor chamar a polícia para me expulsar.
Não sei se é do meu mau aspecto ou do ar para o encorpado, mas funciona lindissimamente, sobretudo com os jagunços das empresas de segurança, que, volta, meia volta, cismam em implicar comigo.
Se estrebucharem, acrescentar: para seu conhecimento, daqui para a frente, a câmara está a recolher som e imagem.
Vazam logo e não chateiam mais.
Raça de gente insuportável.

Jorge Portojo disse...

A senhora tem dias. Umas vezes não chateia, outras sim. Mas comecem por falar com ela, bem baixinho e perguntem-lhe sobre a história da Igreja, das freiras,de pormenores etc.E peçam-lhe autorizam para fotografar como se ela fosse a dona
De preferência não apareçam nos dias em que a Sacristia está aberta (rivalidades...) nem entre as 16 e as 17 horas.Hora do lanche e da Igreja fechada.
Boa sorte e boas fotos.
Parabens ao Carlos Romão sobre o trabalho.

Carlos Romao disse...

Fala quem sabe, Jorge Portojo.
Obrigado pelo comentário.

Teófilo M. disse...

Neste altar dei eu o nó, já lá vão uma data de anos...