21 de março de 2014

O Porto visto do ar - III

Lavadores, Vila Nova de Gaia, 1998.
(Fotografia com resolução suficiente para ser observada em pormenor, se for descarregada para o computador)

12 de março de 2014

O Presidente e o Arquitecto

Rui Moreira conversando com o arquitecto João Carlos dos Santos, após a visita de hoje às obras de reabilitação da Igreja e da Torre dos Clérigos. João Carlos dos Santos é uma espécie de seguro de vida para a intervenção que está a ser efectuada naquele espaço monumental, dada a sua experiência no restauro, na reabilitação e recuperação de edifícios patrimoniais. É da sua autoria, juntamente com a arquitecta paisagista Maria João Dias Costa, a recuperação do Mosteiro de S. Martinho de Tibães, em Braga. Sobre a visita, veja aqui.

7 de março de 2014

Arquitectura do Rabelo


A Arquitectura do Rabelo foi abordada neste blogue em 2005, através da publicação de fotografias tiradas aquando das filmagens do documentário que agora se apresenta, feito com base num estudo do professor Octávio Lixa Filgueiras. O filme, que relata o processo tradicional de construção de barcos rabelos, correspondeu à última oportunidade de fixar imagens para o futuro, de uma tradição hoje perdida, a execução de um barco rabelo por um dos últimos mestres calafates do rio e alguns artífices que com eles trabalharam.

As filmagens decorreram entre Junho e Agosto de 1991, em vídeo e em película de 35mm. Infelizmente não houve capacidade financeira para a montagem da versão cinematográfica que, passados vinte e cinco anos, anos se mantém em negativo.

6 de março de 2014

Nasci adulta, morrerei criança.

Agustina Bessa Luís afirmou um dia que a «velhice é repugnante» porque «tudo na velhice é transformado num desejo apático e sobretudo numa enorme melancolia». Talvez assim se entenda melhor o título deste filme biográfico, «Nasci adulta, morrerei criança», uma frase sua publicada em «O Cão que Sonha», que a escritora viria a explicar numa entrevista a Anabela Mota Ribeiro, em 2002: «A inocência, a verdadeira inocência, é cheia de sabedoria. O que encontramos nas crianças é justamente isso. Agora, há muitas crianças que, ainda muito novas, são integradas no seu meio cultural e que imediatamente ficam travadas. Perdem a inocência e transformam-se no adulto ideal. (...) Conservo esse lado infantil. Espero que se torne mais agudo e que passe a morrer criança».