19 de fevereiro de 2016

O Palácio do Conde de Vizela

aparece-nos aqui com o fulgor dos primeiros anos, após a limpeza recente da sujidade acumulada na fachada ao longo de decénios.

«Na urbanização das Carmelitas, que, realizada nos primeiros anos do século XX, ocupa a cerca do extinto Convento setecentista de S. José e Santa Teresa das Carmelitas Descalças, Diogo José Cabral (1864-1923), grande capitalista do norte do país e 1º Conde de Vizela, deixará um dos mais impressionantes edifícios da zona central portuense. Destinado a alojar os escritórios da Fábrica do Rio Vizela, algumas lojas comerciais e o Clube Portuense, o Palácio desenha um extenso e monumental quarteirão, erguido sobre um lote que o Conde detinha na totalidade, destacando-se, ainda hoje, como peça ímpar na malha urbana da cidade.»

Continue a ler no sítio da Fundação Marques da Silva.

6 comentários:

João Menéres disse...

Ampliei e ganha a imponência e merece a importância que refere , Carlos Romão.
Permito-me sugerir que repita a imagem num dia com menor ( ou nenhum tráfego rodoviário, talvez este Domingo...).
A sua imagem está ÓPTIMA !

Um abraço.

Carlos Romao disse...

Ao Domingo é difícil para mim.
Obrigado, João Menéres.

Silenciosamente ouvindo... disse...

Gostei muito de saber tudo o que o amigo
partilha neste seu post.
Desejo que se encontre bem.
ABRAÇO.
Irene Alves

Carlos Romao disse...

Um abraço, Irene Alves.

Duarte disse...

Carlos, a toma é perfeita.
Como bem diz o João Menéres, é de lamentar esse ambiente reinante que não deixa ver a totalidade da maravilhosa arquitectura.
Abraço

Carlos Romao disse...

Duarte, o ambiente é o natural naquele local da cidade: tráfego intenso.
Um abraço.