25 janeiro 2024
Tragédia no Mar
"Tragédia no Mar" é a denominação do feliz grupo escultórico de José João Brito, visto aqui na tarde de hoje. Inspirado numa tela de Augusto Gomes, o monumento evoca o desastre que houve em 1947, quando uma violenta tempestade ao largo de Leixões provocou o naufrágio de diversas embarcações de pesca, levando a vida de 152 pessoas.
21 julho 2023
14 julho 2023
12 julho 2023
06 julho 2023
Edifício da CMP
Duas das seis cariátides que encimam o lado esquerdo do edifício da Câmara Municipal do Porto, da autoria do escultor Sousa Caldas (1894-1965). Há mais seis destas figuras humanas do lado direito daquele edificado, da lavra de Henrique Moreira (1890-1979).
04 julho 2023
26 junho 2023
24 junho 2023
23 junho 2023
02 janeiro 2022
17 dezembro 2021
12 dezembro 2021
11 dezembro 2021
10 dezembro 2021
A miragem das ruas vazias
O jornal Público publicou, na edição on line, as fotografias aqui divulgadas sobre o confinamento fruto da pandemia, em Fevereiro e Março passado, e acrescentou-lhe outras imagens inéditas. «As fotografias (...) captadas no Porto», diz o Público, «fazem-nos recuar a esse tempo confinado que já parece tão distante, de tão estranhas se figuram as ruas despidas de movimento. Alguns não evitarão mesmo uma certa nostalgia incómoda perante a confusão em que perdem tempo precioso nos dias de hoje. Mas, afinal, aqueles foram os tempos mais negros da pandemia.»
A ver aqui.
A ver aqui.
24 março 2021
Porto São Bento
A gare da estação ferroviária de São Bento, com seis das trinta e quatro unidades de automotoras eléctricas da série 3400, que entraram ao serviço em 2002, ali estacionadas. Hoje integram a CP Porto (anteriormente designada Unidade de Suburbanos do Grande Porto), garantindo ligações entre esta cidade e Braga (56,5 km), Guimarães (58,3 km), Aveiro (65,9 km) e Marco de Canaveses (62,6 km).
21 março 2021
Os poetas
De todas as vezes que morre um poeta há
um raio de sol a menos nas arestas da manhã. O mundo envelhece um pouco: os poetas
nunca têm o tempo das suas articulações, mas
somente a idade de quando são crianças.
Se escrevem, é por não serem já capazes
de correr atrás de uma bola, de um papagaio de papel. Depois vão embora tristes
de não poderem, outra vez, caçar a esquiva
borboleta das palavras. Por M. J. Marmelo (daqui: https://teatro-anatomico.blogspot.com)
um raio de sol a menos nas arestas da manhã. O mundo envelhece um pouco: os poetas
nunca têm o tempo das suas articulações, mas
somente a idade de quando são crianças.
Se escrevem, é por não serem já capazes
de correr atrás de uma bola, de um papagaio de papel. Depois vão embora tristes
de não poderem, outra vez, caçar a esquiva
borboleta das palavras. Por M. J. Marmelo (daqui: https://teatro-anatomico.blogspot.com)
20 março 2021
A Rua de Raul Brandão
Um trecho da antiga Rua da Boa Vista que, em 1860, passou a ser designada por Rua da Bela Vista e, em 1937, passou a chamar-se Rua de Raul Brandão, sete anos após a morte do escritor que ali nascera, não nesta casa, mas no número 62, no ano de 1867. A rua integra a freguesia da Foz do Douro, no Porto.
13 março 2021
28 fevereiro 2021
A cidade recolhida perante a pandemia - IV
A Praça de Almeida Garrett.
Vista do átrio da Estação Ferroviária de S. Bento.
A Rua de 31 de Janeiro.
A Praça de D. João I.
Vista das ruas de Rodrigues Sampaio, à esquerda, e do Bonjardim, à direita.
A Rua de Camões.
21 fevereiro 2021
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