De todas as vezes que morre um poeta há
um raio de sol a menos nas arestas da manhã.
O mundo envelhece um pouco: os poetas
nunca têm o tempo das suas articulações, mas
somente a idade de quando são crianças.
Se escrevem, é por não serem já capazes
de correr atrás de uma bola, de um papagaio
de papel. Depois vão embora tristes
de não poderem, outra vez, caçar a esquiva
borboleta das palavras.
Por M. J. Marmelo
(daqui: https://teatro-anatomico.blogspot.com)
21 março 2021
20 março 2021
A Rua de Raul Brandão
Um trecho da antiga Rua da Boa Vista que, em 1860, passou a ser designada por Rua da Bela Vista e, em 1937, passou a chamar-se Rua de Raul Brandão, sete anos após a morte do escritor que ali nascera, não nesta casa, mas no número 62, no ano de 1867. A rua integra a freguesia da Foz do Douro, no Porto.
13 março 2021
28 fevereiro 2021
A cidade recolhida perante a pandemia - IV
A Praça de Almeida Garrett.
Vista do átrio da Estação Ferroviária de S. Bento.
A Rua de 31 de Janeiro.
A Praça de D. João I.
Vista das ruas de Rodrigues Sampaio, à esquerda, e do Bonjardim, à direita.
A Rua de Camões.
21 fevereiro 2021
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