27 de abril de 2010

A cidade vista das janelas do 22

I - Do Carmo à Batalha


Carmo


Cordoaria


Cordoaria


Cordoaria


Rua da Assunção


Rua de Nicolau Nasoni


Rua dos Clérigos


Rua dos Clérigos


Largo dos Lóios


Passeio das Cardosas


Praça de Almeida Garrett


Rua 31 de Janeiro


Rua 31 de Janeiro


Rua 31 de Janeiro


Praça da Batalha


Praça da Batalha


Praça da Batalha


Rua de Augusto Rosa


Rua do Cativo


Rua de Augusto Rosa

21 comentários:

th disse...

Imaginativo e muito bem conseguido, quem se lembraria de fazer uma viagem destas e de elétrico...
Beijo, theo

Silent Words disse...

muito gira a ideia, resultando em bonitas fotos!

Lina Faria disse...

Muito bom!

douro disse...

O teu figurante saiu na Batalha? Ou isto é uma campanha para mostrar que os clientes afinal foram de automóvel? Agora a sério: mas que ideia genial e que fotos fenomenais! Ninguém pára o Romão.

Zaclis Veiga disse...

saudade dessa terra linda

José Augusto Macedo do Couto disse...

Excelente ideia e bonitas fotos.
Mais um trabalho muito bom sobre a Invicta.
Obrigado por partilhar, Carlos Romão.

pbl disse...

A ideia é excelente.
Das fotografias, gosto muito da primeira, que tem uma excelente perspectiva, mas as demais pecam pela ausência, resultando em quadros pouco expressivos.
Tirando a da Rua Augusto Rosa, que seria uma imagem excepcional senão fosse a cabeça da intrometida da senhora.

(sei que o Carlos Romão não leva a mal a expressão franca da minha opinião)

Rui Valente disse...

Grandes fotos, muita criatividade.

Parabéns Carlos!

A. Correia disse...

Parabéns. Óptima ideia e bonitas fotos.

Carlos Romao disse...

Obrigado a todos por este surto de comentários :)

pbl,
Sabe que estive para não incluir a primeira foto, exactamente por causa da perspectiva, por contrariar a composição cenográfica das outras? Só lá está porque o percurso não tinha começado. A ideia foi observar a cidade enquadrada pelas janelas do eléctrico, como quem está no cinema e observa o decorrer de um filme num ecrã. Só que aqui, para além da acção do “filme”, há outro movimento, o do observador que se desloca através da cena - o percurso do 22. Foi isso que quis registar e mostrar. Nesse sentido não creio que as imagens pequem por falta de expressão. São um registo, tão só. É claro que poderia tê-lo feito em vídeo, mas a minha opção, para o blogue, é a fotografia. Ah! Falta completar a viagem, da Batalha ao Carmo, para a qual estão todos convidados.

pbl disse...

Pois, mas para isso objectivo, tem dois problemas a resolver, um fácil e o outro difícil.
O fácil é que o enquadramento das janelas devia ser sempre o mesmo, o que se resolve com um simples crop.
O difícil é a inclinação das ruas para manter o enquadramento, porque endireitar a janela, entorta a rua.
Assim, como está, sinceramente, perde o efeito.
Ainda lhe vou roubar a ideia para a usar com uma câmara de video.

Zaclis Veiga disse...

vou meter a colher no assunto.
Creio que a proposta das janelas é muito interessante justamente porque nos dá a sensação de passageiro. Aquele ser que se molda ao balanço do carro, que se estica para observar algo diferente, que muda de lugar, que respira a cidade.
De qualquer forma, há muitos lugares (e o blog é um deles) nos quais a intenção fotográfica não precisa estar dentro dos domínios e ou padrões estéticos e técnicos. A intenção do fotógrafo, por si só, já é uma expressão repleta de linguagens que se bastam.
Ao leitor, cabe degustar, falar, palpitar, (meter a colher), o que seja, e sempre teremos leituras diferentes dessa que é a mais universal das linguagens.
Penso que essa é uma das mágicas da fotografia.
Para mim, que morro de saudade dessa cidade que habita meu coração, as fotos estão perfeitas, visto que me emocionaram e me encheram de alegria.
:)
abraços

Carlos Romao disse...

PBL,
Para além de achar interessante o movimento pendular do eléctrico relativamente ao casario, seguir as suas sugestões seria deturpar, falsear a realidade que me propus fotografar e que me agrada assim, conforme está.
Como diz a Zaclis Veiga,”a intenção fotográfica não precisa estar dentro dos domínios e ou padrões estéticos e técnicos”.


Zaclis Veiga,
Um abraço e obrigado pelo comentário.

C.C. disse...

As mais giras são as da R. dos Clérigos e a de 31 de Janeiro, a dos manequins.
A ideia aprova, venham mais.
Parabéns

Joaquim Pinto da Silva disse...

Onde estão os que ao ver isto sentem um frémito, um arrepio de dignidade violentada, por anos de abandono claro à alma da nossa cidade?
Onde estão os capazes de transformar esta beleza numa concertada acção de defesa e de afirmação de uma diferença numa portucalidade íntegra e indiscutível?
Porque há ainda quem baixe a guarda quando estas imagens nos dão escudo e arma para afrontar as tiranias, dentre as quais a da ignoirância é a maior?
Porque não seguimos o Carlos Romão e afrontamos o inimigo?

portodocrime disse...

Grande Director de Fotografia.
Muito Bom.
O Nosso Porto é muito bonito.
Aliás é um "Cenário".

Abraço

José Zappa Oliveira

pbl disse...

Concedo.
È capaz de ter razão.

CS disse...

O Porto enquadrado em janelas, parece uma aguarela, um painel de frescos inigualável, uma obra prima, os meus parabens, a minha preferida é a Cordoaria, que céu.

Álvaro Mendonça disse...

Carmo, Cordoaria, Rua da Assunção, S. Filipe de Nery, Nicolau Nasoni, Rua dos Clérigos, recatados paraísos da minha já distante infância. Foi nesses sítios que eu cresci, brincando e aprendendo.
Obrigado Carlos Romão por ter reavivado as minhas memórias através de umas quantas imagens que para mim são de verdadeiro culto.

Duarte disse...

Gostei imenso deste passeio.
Uma ideia genial.
Obrigado...
Um abraço

Maria Rego disse...

Uma ideia genial!!! Parabéns. Gostei muito!
Bjnhs