19 de novembro de 2008

Cores e texturas do Outono #2

Na Praça da Corujeira





«Corujeira não virá de coruja, mas de cruzeiro, numa traição à língua pelo idioma enganador do portuense, que troca consoantes e inventa vogais, na mais terna recriação linguística de que há memória: a pronúncia do Porto.»

6 comentários:

Duarte disse...

Imagens que nos dá o outono e o Porto. Os tons da nossa terra são diferentes, tem outros matizes. Será a tua arte? Também o é!
Sempre digo que nenhum outono se pode comparar ao que contemplamos no Porto.
Gostei da aclaração que fazes: uma prova mais para potenciar aquilo que digo do Porto.
Reconhecido.

CARMO disse...

Boas! Nem imaginas como fiquei feliz com o teu regresso à actividade!
Fez Domingo 8 dias passei pelo jardim da Corujeira fruto de um erro de percurso num passeio de bicicleta (Antas, Ribeira, Castelo do Queijo e regresso pelo mesmo caminho) e fiquei cativado com esta imagem...

Freddy disse...

Ui, lindo... Onde é este jardim que não conheço?

Teófilo M. disse...

As tuas cores estão lá, como de costume, alimentando sofregamente a ilusão de uma cidade que se vem perdendo no enredo das suas contas.

Anónimo disse...

Do que mais gosto no Outono, é do tapete de folhas secas e do som quando as piso.
C.C.

Luciana disse...

Que saudades das mágicas cores e luzes do Porto!...
Tenho de aí voltar ainda este Outono!

Abraço
Luciana