Pelo lado dos lódãos ao fim do dia
depressa se chega agora no verão
à pedra viva do silêncio
onde o pólen das palavras se desprende
e dança dança dança até ao rio.
Eugénio de Andrade
1923-2005
13 de junho de 2005
Rua Duque de Palmela 111
Etiquetas:
Eugénio de Andrade,
Poesia II

3 comentários:
Procura a maravilha.
Onde um beijo sabe
a barcos e bruma.
No brilho redondo
e jovem dos joelhos.
Na noite inclinada
de melancolia.
Procura.
Procura a maravilha.
Eugénio de Andrade
Do Porto para a Imortalidade...
A sua memória e poesia encontram-se espalhadas eternamente nos recantos do nosso Porto.
Obrigada por neste post, encontrar um sopro desse grande homem, que hoje decidiu "voar pra longe" de nós.
C
A
R
L
O
S romão uma outra forma de dizer-fazer-inscrever-"arrepanhar" a
P
O
E
S
I
A.
Publicar um comentário